segunda-feira, 5 de julho de 2010

CORRIDA ESPACIAL - UM POUCO DE HISTÓRIAS ... USA E URSS

Imagine o seguinte cenário: os Estados Unidos estavam em desvantagem tecnológica na corrida contra o seu adversário, a União Soviética. Ambos queriam explorar o espaço sideral. Você foi escolhido dentre 110 pilotos altamente qualificados para ser um dos sete homens a ir para o espaço sideral. Passou por muitas horas de intenso treinamento físico e mental para esta missão. Você já viu explosões de foguetes iguais ao que vai te levar para o espaço. Agora está em um desses foguetes e ele está cheio de combustível explosivo. A contagem regressiva já começou. O mundo te observa na televisão. Em questão de minutos, você estará no espaço ou então morto depois que o foguete explodir. Não existe caminho de volta. O destino do novo programa espacial está nas suas mãos e depende do sucesso da sua missão.








Com projeto desenvolvido pela Boeing, o Lunar Rover foi o único jipe tripulado lançado no espaço. Cada missão Apolo, dede a 15 até a 17 levou o seu próprio jipe elétrico, que percorreram vários quilômetros. Os três permanecem atualmente abandonados na lua e fazem parte do lixo com que o homem insiste em poluir o espaço. Como a Apollo 17 foi a última missão espacial tripulada lançada, este jipe permanece como o último veículo usado pelo homem em superfícies extraterrestres.


O segundo e último jipe russo andou na lua dezenas de quilômetros até que um acidente acontecido no dia 9 de maio de 1973, antes do início da noite lunar, provocou o anúncio oficial do encerramento da missão em 4 de junho de 1973.



Este pequeno jipe de 8 rodas foi o primeiro veículo automotivo não tripulado a transitar fora da terra. Ele foi levado para a lua pela missão soviética Luna 17 e funcionou por 10 meses e lá se encontra abandonado. O fato de estar na lua não impediu que o Lunokhod fosse leiloado em 1993 pela Sotheby de Nova Iorque; surpreendentemente o jipe foi arrematado por 68.500 dólares. O comprador ainda espera uma oportunidade de ir a lua para resgatar a sua propriedade.






CORRIDA ESPACIAL - UM POUCO DE HISTÓRIAS... URSS

Em 1957, no dia 04 de outubro, a União Soviética anuncia ter colocado em órbita o primeiro satélite produzido por mão humanas. O Sputnik pesava 84 quilos e media 56 centímetros de diâmetro. O engenho completava uma órbita a cada 95 minutos, a uma altitude de 900 quilômetros. Um segundo satélite espacial tinha como "tripulante" a cadela Laika, que morreu ao fim do experimento. Nessa época, os russos desenvolviam rapidamente o que diziam ser a tecnologia para a conquista do espaço. Cachorros russos no espaço :

Laika: Sputnik 2, Novembro 1957

Belka e Strelka: Sputnik 5, Agosto de 1960

Pchelka e Mushka: Sputnik 6, Dezembro de 1960

Chernushka: Sputnik 9

Zvezdochka: Sputnik 10

Verterok e Ugolyok: Kosmos 110, Fevereiro de 1966


sábado, 3 de julho de 2010

PEDIDO ESPECIAL ...

DEIXEI ORIGINAL O PEDIDO:

Olá professor, eu tava na duvida de que por no "assunto" ai coloquei trabalho por que sei que tu vai ver HUAUHAUHA... ta emfim... a professora Circe fez um projeto com o ensino médio sobre meio ambiente, meu grupo fez esse video... não tá afim de por no seu blog?

terça-feira, 29 de junho de 2010

2ª MENSAGEM

O SEGREDO DA PACIÊNCIA É FAZER ALGUMA COISA ENQUANTO SE ESPERA.


"DIZER É UMA COISA, FAZER É OUTRA"
Michel de Montaigne

GABARITOS DE PROVAS - HORTO

3º ANO HORTO GEOGRAFIA - VVFV,VFFVV, FVVFV, VVVVF, FVVFV, B, C, A, A, D.
2º ANO HISTÓRIA REC - VVFVV, A, C, D, B, D, A.

domingo, 27 de junho de 2010

SOBRE TUDO...


A vida toda nos perguntamos quem somos e o que queremos. Que rumos devemos tomar? Que valores e crenças adotaremos? Como manter o caráter firme diante das turbulências e as perpesctivas que o futuro nos coloca?


"EXISTE UM MILAGRE EM CADA NOVO COMEÇO".
(Herman Hesse)

Boa Semana a todos!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

CAMPEÃO DE AGROTÓXICOS

O Brasil adiciona mais um triste campeonato mundial à sua coleção. O País é o principal destino de agrotóxicos proscritos em diversos países. E o governo tem pleno conhecimento disso. A informação é proveniente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com base em dados da ONU e do Ministério do Desenvolvimento. O Brasil importou 1,84 mil toneladas de agrotóxicos em 2008, volume que aumentou 29%, para 2,37 mil toneladas, no ano passado e pode crescer com a safra de 2010. "Estamos consumindo o lixo que outras nações rejeitam", disse Rosany Bochner, coordenadora do Sistema Nacional de Informação Tóxico-Farmacoló gica da Fiocruz.

Explicar por que produtores nacionais continuam a importar tais produtos em tal volume é complexo. Para se proibir no Brasil um fertilizante ou pesticida, o produto precisa passar por análises de diversos órgãos, que comprovam o dano que pode causar à saúde humana ou animal e seu impacto ambiental. E depois de registrado é extremamente difícil retirar o produto do mercado.
O problema é que nada impede que esses produtos, qualquer que seja a sua toxidade, possam entrar livremente no País, pagando, claro, as alíquotas alfandegárias previstas. Em vez de interditar, por prevenção, o ingresso de produtos potencialmente malignos, os órgãos do governo, só depois que eles estão no mercado, iniciam uma avaliação que pode levar anos para ser concluída, para então restringir o seu uso ou proibi-lo.
Estão em análise desde 2008 na Anvisa, por exemplo, 14 produtos tóxicos e até agora só saiu uma decisão - a de banir, a partir de 2011, a cihexatina, usada na citricultura. Até o ano que vem, o produto pode continuar a ser empregado, mas apenas no Estado São Paulo, o maior produtor de cítricos. Em colaboração com o Ibama e o Ministério da Agricultora, a Anvisa, com toda a pachorra burocrática, avalia os efeitos do acefato, do metamidofós e do endosulfan, todos eles condenados e proibidos no exterior. Há até um caso curioso - o do triclorfom -, cujo cancelamento foi pedido pela indústria que o produz.
Há certamente pressões sobre órgãos do governo. Alguns produtores alegam que o clima do Brasil propicia a proliferação de pragas na lavoura, o que justificaria o uso mais intenso de herbicidas e inseticidas. Talvez haja aí um grão de verdade, mas há produtos fitossanitários com efeitos neutros ou muito menos prejudiciais. E, como se sabe, uma das vantagem dos transgênicos é sua maior resistência a pragas.
Para esse abuso de produtos tóxicos na agricultura brasileira há ainda uma outra explicação. Como lembra Marcelo Firpo, pesquisador da Fiocruz, com o encolhimento do mercado internacional, as indústrias químicas do exterior passaram a estimular o aumento das vendas de produtos agrotóxicos ao Brasil, reduzindo preços. Assim, conclui, "pagamos um preço invisível, que é o aumento do custo na área de saúde".
Razões culturais não podem deixar de ser mencionadas. O consumidor brasileiro se preocupa muito pouco com as condições de produção dos alimentos que lhe são oferecidos nas feiras livres ou nos supermercados, diferentemente do que ocorre no mundo desenvolvido. As principais preocupações do consumidor são com o preço dos alimentos e sua aparência, que pode ser enganosa.
Surgem, porém, sinais de que a situação começa a mudar. Como informou o Suplemento Agrícola do Estado (2/6), agricultores orgânicos de São Paulo e do Paraná conseguiram colocar seus produtos em supermercados, em gôndolas separadas. Já foi criada certificação de origem e qualidade, que é fornecida, depois de inspeção, pelo Instituto Biodinâmico (IBD), que congrega 113 agricultores. Já é alguma coisa, mas é preciso inverter a mão. A grande transformação no mercado ocorrerá quando, em vez de esses agricultores lutarem para oferecer seus produtos de forma perfeitamente identificável, o comércio de alimentos passar a demandá-los sempre em maior quantidade. Por pressão do consumidor.

terça-feira, 15 de junho de 2010

TRABALHO SOBRE DROGAS - 2º ANO ENSINO MÉDIO - GEOGRAFIA

INALANTES
• Os inalantes geralmente possuem mais de um produto químico certos inalantes saem do corpo com mais rapidez. Já outros são absorvidos por tecidos gordurosos do cérebro e no sistema nervoso e pode ficar bastante tempo por lá.

• Um desses tecidos gordurosos chama-se Mielina. Uma cobertura que protege e está em volta de muitos neurônios.

Imagine que o neurônio é uma “fiação elétrica” e que a mielina e a “borracha” de isolamento e com a ação de inalantes a longo prazo pode quebrar a mielina e assim romper os “fios”. Isso terá como conseqüência a perda de transmissão de mensagens entre os neurônios.

• Estudos mostram também que os neurônios, em uma parte do cérebro chamado hipocampo, podem ser danificados pelos inalantes por falta de oxigênio.

• Uma razão pela qual os cientistas estão interessados nos inalantes é o fato de que esses químicos afetam a carga em muitas maneiras por que existem vários efeitos no corpo desde mudanças cerebrais até problemas no sistema circulatório.

• Há também alguns inalantes que aumentam diretamente o tamanho dos vasos sanguíneos obtendo maior fluxo de sangue, e outros podem acelerar os batimentos cardíacos. Esse poder ser um problema sério especialmente se for gás butano. O butano encontrado em isqueiros faz com que o coração fique sensível a um químico que carrega mensagens do sistema nervoso o coração. Se o coração fica sensível, por exemplo, em uma sacudida normal pode causar por algum tempo a perda do ritmo cardíaco e parar de bombear sangue para o corpo. Outros podem causar a morte por sufoca mento, pois o gás inalado é substituído, faltando oxigênio nos pulmões e no cérebro.

TRABALHOS SOBRE DROGAS - 2º ANO ENSINO MÉDIO - GEOGRAFIA

O QUE É A MACONHA?

São as flores e folhas secas da planta CANNABIS SATIVA, também conhecida como Cânhamo verdadeiro. Os cigarros são chamados de: erva, pacau, baseado, charão, fininho ou finório. Contém várias substâncias que têm efeitos cerebrais, a mais conhecida sendo o delta-9-tetrahidrocanabinol (D -9-THC,THC). Também contém substâncias que não agem no cérebro, como o alcatrão. Outras preparações da CANNABIS são o haxixe, ganja e charas.

POR QUE É USADA?
Os efeitos variam se a droga é fumada ou tomada, e dependem da quantidade usada. Com doses baixas há euforia (sensação de bem-estar) e risos, quando em grupo, ou há relaxamento e sonolência, se está sozinho. A memória fica prejudicada e a pessoa não consegue executar tarefas múltiplas. Há aceleração do tempo subjetivo, fazendo minutos parecerem horas, e confusão entre passado, presente e futuro. Os sentidos ficam aguçados, mas o indivíduo tem menor equilíbrio e força muscular. Os olhos ficam vermelhos (congestão da conjuntiva), a boca seca, e aumenta a vontade de comer doces. O pulso fica acelerado, e a pressão pode diminuir quando a pessoa fica em pé, causando tontura. Com doses mais altas iniciam os delírios (desorientação, confusão, raciocínio incoerente, medo, ilusões), alucinações (perceber algo quando não há estímulo) e despersonalização (sente que não é mais ele mesmo), que podem atingir um nível de psicose tóxica. Nestes estágios de intoxicação a pessoa pode sentir-se muito mal, mostrar-se agitada e confusa, caracterizando a má viagem.

QUE MAL FAZ PARA A SAÚDE?
Sem referir os problemas de comportamento já citados, é conhecido que:
* fumar maconha traz os mesmos problemas que fumar cigarro de tabaco: bronquite, asma, faringite, enfisema e câncer;
* há maior risco de sofrer acidentes de trânsito;
* diminui a imunidade, aumentando a chance de ocorrerem infecções;
* se for usada durante a gravidez, existe a possibilidade de prejudicar o feto.

PODE OCASIONAR DEPENDÊNCIA?
A dependência pode ocorrer por uso repetido, durante bastante tempo. Pode haver tolerância(precisa usar maior quantidade de droga para sentir os mesmos efeitos de antes), de forma que a pessoa passa a fazer uso diário da droga, no entanto, a suspensão abrupta do uso não produz sintomas físicos. O dependente se afasta da família, do trabalho e do lazer, para ficar usando a droga. Alguns podem perder o interesse por cuidar de sua saúde ou higiene.

QUAL DEVE SER A CONDUTA QUANDO SE DESCOBRE UM AMIGO USUÁRIO DE DROGAS?
O usuário não deve sentir-se abandonado por amigos ou familiares, pois ficará mais próximo da droga. Ele deve ser motivado a procurar ajuda especializada, pois os tratamentos trazem melhores resultados naquelas pessoas que querem ser ajudadas. Para tanto, devemos estar bem informados a respeito de drogas e dispostos a conversar sem preconceitos sobre o assunto. Esta pode ser uma boa maneira de auxiliá-lo, porque estaremos mostrando que a opção de não usar drogas está fundamentada.

O QUE FAZER EM CASOS DE "MÁ VIAGEM" ?
Conduzir um indivíduo a um centro de urgências é a melhor medida. Caso não seja possível, é importante colocar a pessoa em ambiente calmo, sempre acompanhado por alguém, evitando que machuque a si ou a outras pessoas. Não dar remédios ou bebidas alcoólicas.

Fonte: SENAD, DENARC
Componentes: Lucas Sanches, Erika Souza, Isadora Kummer, Igor Oliveira e Helena Vian.

UM POUCO DE HISTÓRIA SOBRE AS COPAS DO MUNDO

Mascote da Copa de 1966 na Inglaterra – Willie, um leão
A primeira mascote de Copa do Mundo foi o leão Willie. Curiosamente os alemães adotaram este ano um leão, o Goleo VI. Willie apareceu inclusive no pôster oficial da Copa do Mundo da Inglaterra com sua camisa com a bandeira do Reino Unido, a Union Jack. Willie é considerado a mascote mais famosa de todas as Copas do Mundo.

Mascote da Copa de 1970 no México – Juanito, um menino
Os anos 1970 foram marcados pela humanização das mascotes nas Copas do Mundo. No México em 1970 a mascote escolhida foi Juanito, um menino com características caucasianas com um sombreiro e uma bola.

Mascotes da Copa de 1974 na Alemanha Ocidental - Em 1974 as mascotes foram a dupla Tip e Tap, dois meninos com o uniforme da seleção da Alemanha Ocidental. Um tinha as inicias de Copa do Mundo em alemão (WM - Weltmeisterschaft) numa camisa e o outro o ano da Copa (74).

Mascote da Copa de 1978 na Argentina – Em 1978, Gauchito foi o escolhido para a Copa da Argentina. Novamente um menino com a camisa da seleção local e características regionais.

Mascote da Copa de 1982 na Espanha – Em 1982, Naranjito foi a primeira fruta como mascote em Copas do Mundo. A laranja com a camisa da seleção espanhola fez muito sucesso por ser simples. Além de estar estampada em vários produtos da Copa a laranjinha da Copa protagonizou uma série de desenhos animados na televisão espanhola. No revival dos anos 1980 Naranjito aparece com um dos símbolos dos anos 80.

Mascote da Copa de 1986 no México – Pique, uma pimenta.O estranho Pique foi a mascote escolhida para a Copa do México de 1986. Pique era uma pimenta com bigode vestida com as cores da seleção local e um típico sombreiro mexicano.

Mascote da Copa de 1990 na Itália – Ciao, um boneco.Em 1990 tentaram criar uma mascote diferente para a Copa da Itália. Ciao talvez seja a mascote mais bizarra de todas as Copas do Mundo. Ciao é um boneco tricolor simulando um jogador de futebol. Além das bandeiras da Itália por todo o seu corpo, Ciao tinha uma bola de futebol na cabeça. Apesar disso, Ciao fez muito sucesso na época também.

Mascote da Copa de 1994 nos Estados Unidos – Striker, um cão.O cão Striker foi escolhido como mascote para a Copa de 1994 dos Estados Unidos. Striker vestia-se com as cores da bandeira dos EUA.

Mascote da Copa de 1998 na França – Footix, um galo.O galo é o símbolo do país e Footix era um Galo azul, cor da camisa da seleção francesa.


Mascotes da Copa de 2002 na Coreia do Sul e Japão - Ato, Kaz e Nik, criaturas futurísticas.Seguindo uma tendência de ter mais de uma mascote por evento dos anos 1990, a Copa da Coréia teve os estranhos Ato, Nik e Kaz. Seria natural que a primeira Copa do Mundo em dois países diferentes tivesse mesmo dois mascotes.

Mascotes da Copa de 2006 - Goleo VI e Pille, um leão e uma bola falante. A mascote da Copa de 2006 é o leão Goleo VI. Um leão de 2 metros e 30 centímetros de altura e 18 anos. Goleo veste a camisa 06 da Alemanha em referência ao ano da Copa e tem a companhia de Pille, uma bola falante. Ao contrário dos outras mascotes Goleo VI não é um desenho.

Zakumi, o mascote da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul - 19º Copa do Mundo Fifa.Zakumi é um leopardo com o cabelo verde e a mascote oficial para de FIFA para a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul.

GABARITO 2º ANO - HISTÓRIA

1-a 2-c 3-d 4-b 5-a 6-b 7-vfvfv 8-vffvv 9-c

PROJETO SODIS - 1º ANO ENSINO MÉDIO - HORTO

segunda-feira, 31 de maio de 2010

SEMANA DO MEIO AMBIENTE - PROJETO SODIS

SOLUÇÃO SOLAR

Pegue uma garrafa descartada. Tire o rótulo e encha com qualquer água não muito suja. Coloque a garrafa cheia em cima de uma placa de metal sob sol forte. Em seis horas, a radiação ultravioleta (UVA/UVB) vai matar os vírus, as bactérias e os parasitas na água, tornando-a própria para consumo humano.
Lançado na Suíça, esse método de desinfecção de água, conhecido pela sigla SODIS, é usado em todo o mundo para garantir água potável a quatro milhões de pessoas. É um processo simples, grátis e eficaz. Em 2006 na Escola Primária Ndolea, na Tanzânia, começou a usar o SODIS para desinfectar a água de torneiras contaminadas, colocando-as no telhado de metal do prédio. Em conseqüência, as faltas por diarréia foram reduzidas, e as notas melhoraram. Segundo a diretora, “antes de iniciarmos o programa, apenas de 10% a 15% das crianças passavam nos exames nacionais do sexto ano. Agora, entre 90% e 95% dos alunos são aprovados”.

DICAS
1. Em vez de vidro, use garrafas PET transparentes. Estudos mostram que a água aquecida nelas é mais adequada ao consumo.
2. Não mexa nas garrafas enquanto estão sob o sol.
3. Mantenha a água na garrafa para que não volte a se contaminar.

Dom Pedrito, junho de 2010 – Semana do Meio Ambiente
Professor Joel Dimas - Foto: Pessoal do Yes!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

ALGUMAS IMAGENS DA VIDA EM DOMPA CITY
















TRABALHO ESCRAVO NO BRASIL


Por que a economia colonial e imperial baseou-se no trabalho escravo?

O latifúndio monocultor no Brasil exigia uma mão-de-obra permanente.
Era inviável a utilização de portugueses assalariados, já que a intenção não era vir para trabalhar, e sim para se enriquecer no Brasil.

O sistema capitalista nascente não tinha como pagar salários para milhares de trabalhadores, além do que, a população portuguesa que não chegava aos 3 milhões, era considerada reduzida para oferecer assalariados em grande quantidade.

Quem foi utilizado como escravo nos períodos colonial e imperial?

Embora o índio tenha sido um elemento importante para formação da colônia, o negro logo o suplantou, sendo sua mão-de-obra considerada a principal base, sobre a qual se desenvolveu a sociedade colonial brasileira.

Na fase inicial da lavoura canavieira ainda predominava o trabalho escravo indígena. Parece-nos então que argumentos tão amplamente utilizados, como inaptidão do índio brasileiro ao trabalho agrícola e sua indolência caem por terra.

A História verdadeira mostra que a reação do nativo foi tão marcante, que tornou-se uma ameaça perigosa para certas capitanias como Espírito Santo e Maranhão. Além da luta armada, os indígenas reagiram de outras maneiras, ocorrendo fugas, alcoolismo e homicídios como forma de reação à violência estabelecida pelo escravismo colonial. Todas essas formas de reação dificultavam a organização da economia colonial, podendo assim, comprometer os interesses mercantilistas da metrópole, voltados para acumulação de capital. Destaca-se também, a posição dos jesuítas, que voltados para catequese do índio, opunham-se à sua escravidão.

Apesar de todos esses obstáculos, o indígena é amplamente escravizado, permanecendo como mão-de-obra básica na economia extrativista do Norte do Brasil, mesmo após o término do período colonial.

Por que então que o índio cede lugar para o negro como escravo no Brasil?

A maior utilização do negro como mão-de-obra escrava básica na economia colonial, deve-se principalmente ao tráfico negreiro, atividade altamente rentável, tornando-se uma das principais fontes de acumulação de capitais para metrópole.

Exatamente o contrário ocorria com a escravidão indígena, já que os lucros com o comércio dos nativos não chegava até a metrópole.

Torna-se claro assim, o ponto de vista defendido pelo historiador Fernando Novais, de que "o tráfico explica a escravidão", e não o contrário.

Para os portugueses, o tráfico negreiro não era novidade, pois desde meados do século XV , o comércio de escravos era regular em Portugal, sendo que durante o reinado de D. João II o tráfico negreiro foi institucionalizado com a ação direta do Estado português, que cobrava taxas e limitava a participação de particulares.

Quanto à procedência étnica do negro, destacaram-se dois grupos importantes: os bantos, capturados na África equatorial e tropical provenientes do Congo, Guiné e Angola, e os sudaneses, vindos da África ocidental, Sudão e norte da Guiné.

Interessante observarmos que entre os elementos deste segundo grupo, destacavam-se muitos negros islamizados, responsáveis posteriormente por uma rebelião de escravos ocorrida na Bahia em 1835, conhecida como a Revolta dos Malês.

A resistência do negro: os quilombos.

Desde fugas isoladas, passando pelo suicídio, pelo banzo (nostalgia que fazia o negro cair em profunda depressão o levando à morte) e pelos quilombos, várias foram as formas de resistência do negro à escravidão, sendo a formação dos quilombos a mais conseqüente.

Os quilombos eram aldeamentos de negros que fugiam dos latifúndios, passando a viver comunitariamente. O maior e mais duradouro foi o quilombo dos Palmares, surgido em 1630 em Alagoas, estendendo-se numa área de 27 mil quilômetros quadrados até Pernambuco. Desenvolveu-se através do artesanato e do cultivo do milho, feijão, mandioca, banana e cana-de-açúcar, além do comércio com aldeias vizinhas.

Seu primeiro líder foi Ganga Zumba, substituído depois de morto por seu sobrinho Zumbi, que tornou-se a principal liderança da história de Palmares. Zumbi foi covardemente assassinado em 1695 pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, contratado por latifundiários da região.

Apesar dos muitos negros mortos em Palmaras, a quantidade de escravos crescia muito e em 1681 atingia a cifra de 1 milhão de negros trazidos somente de Angola.

O grande número de negros utilizado como escravos, deixa clara a alta lucratividade do tráfico negreiro, responsável inicialmente pelo abastecimento da lavoura canavieira em expansão nos séculos XVI e XVII e posteriormente nas áreas de mineração e da lavoura cafeeira nos séculos XVIII e XIX respectivamente.

terça-feira, 27 de abril de 2010

2ª GUERRA MUNDIAL

GABARITO - 3º ANO HORTO

1. FFFFV
2. B
3. FVVFV
4. FVVVV
5. C
6. C
7. B
8. A
9. FFVVV
10. C
11. VFVVF
12. C
13. C
14. A
15. D
16. D
17.C
18.C
19. E
20. C
21. C
22. FFVVF
23. E
24. FVFVV
25. A
26. A

segunda-feira, 15 de março de 2010

1ª GUERRA MUNDIAL


Antecedentes

Vários problemas atingiam as principais nações européias no início do século XX. O século anterior havia deixado feridas difíceis de curar. Alguns países estavam extremamente descontentes com a partilha da Ásia e da África, ocorrida no final do século XIX. Alemanha e Itália, por exemplo, haviam ficado de fora no processo neocolonial. Enquanto isso, França e Inglaterra podiam explorar diversas colônias, ricas em matérias-primas e com um grande mercado consumidor. A insatisfação da Itália e da Alemanha, neste contexto, pode ser considerada uma das causas da Grande Guerra. Vale lembrar também que no início do século XX havia uma forte concorrência comercial entre os países europeus, principalmente na disputa pelos mercados consumidores. Esta concorrência gerou vários conflitos de interesses entre as nações. Ao mesmo tempo, os países estavam empenhados numa rápida corrida armamentista, já como uma maneira de se protegerem, ou atacarem, no futuro próximo. Esta corrida bélica gerava um clima de apreensão e medo entre os países, onde um tentava se armar mais do que o outro. Existia também, entre duas nações poderosas da época, uma rivalidade muito grande. A França havia perdido, no final do século XIX, a região da Alsácia-Lorena para a Alemanha, durante a Guerra Franco Prussiana. O revanchismo francês estava no ar, e os franceses esperando uma oportunidade para retomar a rica região perdida. O pan-germanismo e o pan-eslavismo também influenciou e aumentou o estado de alerta na Europa. Havia uma forte vontade nacionalista dos germânicos em unir, em apenas uma nação, todos os países de origem germânica. O mesmo acontecia com os países eslavos.

O início da Grande Guerra

O estopim deste conflito foi o assassinato de Francisco Ferdinando, príncipe do império austro-húngaro, durante sua visita a Saravejo (Bósnia-Herzegovina). As investigações levaram ao criminoso, um jovem integrante de um grupo Sérvio chamado mão-negra, contrário a influência da Áustria-Hungria na região dos Balcãs. O império austro-húngaro não aceitou as medidas tomadas pela Sérvia com relação ao crime e, no dia 28 de julho de 1914, declarou guerra à Servia.

Política de Alianças

Os países europeus começaram a fazer alianças políticas e militares desde o final do século XIX. Durante o conflito mundial estas alianças permaneceram. De um lado havia a Tríplice Aliança formada em 1882 por Itália, Império Austro-Húngaro e Alemanha ( a Itália passou para a outra aliança em 1915). Do outro lado a Tríplice Entente, formada em 1907, com a participação de França, Rússia e Reino Unido. O Brasil também participou, enviando para os campos de batalha enfermeiros e medicamentos para ajudar os países da Tríplice Entente.


Desenvolvimento

As batalhas desenvolveram-se principalmente em trincheiras. Os soldados ficavam, muitas vezes, centenas de dias entrincheirados, lutando pela conquista de pequenos pedaços de território. A fome e as doenças também eram os inimigos destes guerreiros. Nos combates também houve a utilização de novas tecnologias bélicas como, por exemplo, tanques de guerra e aviões. Enquanto os homens lutavam nas trincheiras, as mulheres trabalhavam nas indústrias bélicas como empregadas.

Fim do conflito

Em 1917 ocorreu um fato histórico de extrema importância : a entrada dos Estados Unidos no conflito. Os EUA entraram ao lado da Tríplice Entente, pois havia acordos comerciais a defender, principalmente com Inglaterra e França. Este fato marcou a vitória da Entente, forçando os países da Aliança a assinarem a rendição. Os derrotados tiveram ainda que assinar o Tratado de Versalhes que impunha a estes países fortes restrições e punições. A Alemanha teve seu exército reduzido, sua indústria bélica controlada, perdeu a região do corredor polonês, teve que devolver à França a região da Alsácia Lorena, além de ter que pagar os prejuízos da guerra dos países vencedores. O Tratado de Versalhes teve repercussões na Alemanha, influenciando o início da Segunda Guerra Mundial. A guerra gerou aproximadamente 10 milhões de mortos, o triplo de feridos, arrasou campos agrícolas, destruiu indústrias, além de gerar grandes prejuízos econômicos.